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Níger: Crise política agrava a segurança alimentar

As Nações Unidas alertaram quarta-feira para o facto de a crise no Níger poder agravar a insegurança alimentar no país e apelaram a isenções humanitárias das sanções e do encerramento das fronteiras para evitar uma catástrofe.

O Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA, na sigla em inglês), salientou que, mesmo antes do derrube do Presidente nigerino, Mohamed Bazoum, pelos militares, mais de três milhões de pessoas no país sofriam de insegurança alimentar aguda.

Mais de sete milhões de pessoas, actualmente consideradas em situação de insegurança alimentar moderada, “poderão ver a sua situação agravar-se em consequência da crise actual”, advertiu o OCHA, citando um estudo preliminar do Programa Alimentar Mundial (PAM).

Por seu lado, o programa alimentar da ONU garantiu ao Níger que continuará a prestar ajuda, apesar da actual crise política.

“O nosso trabalho é vital para as pessoas mais vulneráveis no Níger e deve continuar, particularmente nas circunstâncias atuais”, defendeu em comunicado Margot van der Velden, directora regional adjunta do PAM para a África Ocidental, citada pela Lusa.

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